Chegou o final de semana, e todos querem relaxar. Um de formas ilícitas, outros de formas lícitas. Mas os dois em exagero podem causar estragos. Aliás, tudo em exagero causa.
E tem uma galera que aproveita o momento pra acender o cigarrinho do capeta, a erva proibida, o mato maligno... cada um com seu motivo ou desculpa... só não pergunto qual é porque eles podem ter esquecido a resposta.
Sinceramente, quando me perguntam acerca da liberação deste mato que dá barato, eu me coloco contra com um simples motivo: Moramos no Brasil. Um país que não tem educação, ou programa decente de conscientização, um povo que não estuda e não lê, jogar sobre eles uma liberdade que eles nem sabe o que sejam ou possam ser manipulados, sou contra.
Qanto a erva em si, nunca experimentei, e não me atrevo a julgar quem o faça. Eu poderia ser hipócrita e levantar a bandeira que são pessoas que por egoísmo e prazer pessoal preferem financiar o tráfico e a violência, blablabla, mas pra dizser isso eu teria que ser um excelente cidadão. E bom, não o sou.
Mas como tenho direito de expressar minha opinião, eu voto a favor do não. Mas isso não me faz melhor do que ninguém, e assim como eu quero que respeitem a minha opinião, eu respeito o do pessoal.
Mas sei que tem gente que não respeita. E com elas o bicho pega.
Mas tenho que confessar uma cisa: Detesto quem fuma (ou bebe, ou fuma cigarro comum, ou qualquer outra coisa) apenas por status. Ou aceitação.
Pra essas pessoas deixo esse questionamento: Se você fuma pra fugir de uma realidade cruel, e não pela degustação, será que não é melhor você rever sua vida a ter que procurar formas de escape?
Quem avisa amigo é, mas eu sei que não sou seu amigo.
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É isso, bom final de semana, tchau.



